quinta-feira, 21 de dezembro de 2023
A Fuga das Galinhas: A Ameaça dos Nuggets (Chicken Run: Dawn of the Nugget, 2023)
domingo, 22 de outubro de 2023
Elementos (Elemental, 2023)
sábado, 17 de dezembro de 2022
Pinóquio (Guillermo del Toro's Pinocchio, 2022)
A animação é brilhante, feita com bonecos articulados e todo tipo de técnica, como substituição de rostos (as expressões de Pinóquio são todas "duras", apropriado para um boneco de madeira) ou bonecos articulados nos mínimos detalhes, como Gepeto. Há também cenários belíssimos e algumas cenas complementadas com elementos em computação gráfica, mas o "coração" do filme é todo feito à mão (com mostra um "making of" na mesma Netflix).
O roteiro mistura elementos infantis e até cenas musicais com temas mais pesados como o crescimento do fascismo na Itália e os efeitos das duas guerras mundiais no Século XX (Gepeto perde o filho Carlo, de 10 anos, em um bombardeio na I Guerra Mundial). O trabalho de vozes também é muito bom. Gepeto é interpretado por David Bradley e o vilão Volpe é feito por Christoph Waltz. Ewan McGregor faz um Grilo tão bom que Del Toro aumentou a importância do personagem durante a produção. O resto do elenco ainda conta com as vozes de John Turturro, Ron Perlman, Finn Wolfhard e até a grande Cate Blanchett fazendo um macaco. A trilha é de Alexandre Desplat.
Não é uma obra prima como "O Labirinto do Fauno" (2006), mas trata de vários dos mesmos temas e tem um visual de encher os olhos. Tá na Netflix.
Undone (2019)
"Undone" é uma série incrível. Confesso que não a conhecia e assisti aos oito episódios da primeira temporada quase que de uma vez só. São episódios curtos (por volta de 25 minutos), muito bem escritos e feitos com várias técnicas de animação. A trama é tão "maluca", com viagens no tempo, alucinações, transformações, etc, que a animação funciona melhor do que se a série tivesse sido feita de forma "realista". A técnica mais usada é a da rotoscopia, que consiste em gravar atores "de verdade" interpretando seus papéis e, depois, os animadores desenham "por cima" das imagens. A técnica é antiga e já foi usada desde animações tradicionais da Disney a filmes mais experimentais como "Waking Life" (2001) e "O Homem Duplo" (2006), de Richard Linklater. Em "Undone" a técnica é tão detalhada que podemos claramente ver as expressões dos atores e, depois de um tempo, você esquece que está vendo uma "animação".
Criada por Kate Purdy e Raphael Bob-Waksberg, a trama de "Undone" levanta ideias metafísicas que são, o tempo todo, questionadas e comparadas com questões de saúde mental. A avó de Alma foi considerada "louca" e internada, mas quem sabe ela simplesmente via as coisas de outra forma? Os roteiros também misturam elementos dos povos antigos da América; a família de Alma é descendente de mexicanos e há um forte senso religioso tanto no catolicismo da mãe quanto nos aparentes "poderes" de Alma (que estariam ligados a seus ancestrais).
Ou, talvez, tudo não passe de uma "loucura" na cabeça de Alma. É uma viagem. Disponível na Amazon Prime Video (inclusive a segunda temporada, que vou ver em seguida).
domingo, 22 de maio de 2022
Love, Death and Robots, 3ª Temporada (2022)
Love, Death and Robots, 3ª Temporada (2022). Netflix. Volta a série animada criada por Tim Miller, com produção executiva de David Fincher. Tive a impressão de que esta temporada veio ainda mais violenta e perturbadora. São nove episódios, com várias técnicas de animação. Há ao menos uma obra prima e vários episódios bons; por vezes, fica aquele gosto de algo inacabado, como se não fossem curtas-metragens com começo, meio e fim, mas como se pegássemos uma história no meio e saíssemos antes do final.
1 - Os três robôs. Direção de Patrick Osborne, é uma espécie de continuação de um episódio da primeira temporada, creio, em que três robôs falam sobre os antigos mestres do planeta, os seres humanos. Engraçado, mas bobinho.
2 - Viagem Ruim. Direção de David Fincher, é meu segundo favorito desta temporada. Um grupo de marinheiros luta contra uma espécie de caranguejo gigante e carnívoro que quer ser levado a uma ilha povoada. Lento e bem dirigido por Fincher, é também um dos mais violentos.
3 - O mesmo pulso da máquina. Diração de Emily Dean, tem um visual incrível e é passado em Io, um dos satélites de Júpiter. Uma astronauta (voz de Mackenzie Davis) tenta sobreviver a um acidente enquanto arrasta o corpo de uma companheira por quilômetros. Os mesmos remédios que a mantém viva iniciam uma série de alucinações psicodélicas. Bem interessante.
4 - Noite dos minimortos. Direção de Robert Bisi & Andy Lyon. É o episódio mais engraçado; tecnicamente é muito interessante. Um apocalipse zumbi visto em miniatura, com situações clichês deste tipo de filme visto como se estivesse acontecendo em um minimundo.
5 - Matança em grupo. Direção de Jennifer Yuh Nelson. Falando em clichês, este tem todos os clichês do filme militar, em que um grupo de soldados machões enfrentam uma arma secreta da CIA. Muito sangue, vísceras e frases de efeito.
6 - Enxame. Direção de Tim Miller. Computação gráfica fotorrealista mostra dois seres humanos em uma espécie de colônia de cupins espacial. Para quem tem problemas com insetos pode ser um tanto nojento.
7 - Ratos de Mason. Direção de Carlos Stevens. Animação cartunesca sobre a luta de um fazendeiro contra os ratos que invadiram seu celeiro. Há um bocado de pedaços de rato voando pela tela.
8 - Sepultados na caverna. Direção de Jerome Chen. Outro curta militar; um grupo de soldados entra em uma caverna em busca de um refém e encontram uma série de coisas estranhas, que vão se tornando cada vez mais sombrias. Pesadão.
9 - Fazendeiro. Direção de Alberto Mielgo. É o melhor de todos, de longe. O visual é impressionante, confesso que fiquei em dúvida se era computação gráfica ou uma técnica mista com imagens reais. Um grupo de conquistadores espanhóis, nas Américas, enfrentam uma espécie de sereia do lago, coberta de escamas de ouro. Simplesmente maravilhoso, tanto no visual quanto no roteiro, uma alegoria à invasão europeia na América. O curta foi feito por uma produtora espanhola que já havia feito outro episódio impressionante chamado "A Testemunha", em uma das temporadas anteriores. Este vale pela terceira temporada toda. Tá na Netflix.
domingo, 17 de abril de 2022
Apollo 10 e meio: Aventura na Era Espacial (Apollo 10 1/2: A Space Age Childhood, 2022)
segunda-feira, 14 de março de 2022
Red: Crescer é uma Fera (Turning Red, 2022)
sábado, 5 de março de 2022
Luca (2021)
sexta-feira, 28 de janeiro de 2022
O Tempo com Você (Tenki no Ko, 2019)
segunda-feira, 10 de janeiro de 2022
Viagem ao Topo da Terra (Le sommet des dieux, 2021)
Há belas sequências de paisagens geladas e noites estreladas. O design sonoro também é muito bom, repare como o som muda conforme eles vão subindo para altitudes acima dos 8 mil metros. Depois de um tempo você até se esquece que está vendo uma animação e parece que está vendo um belo filme de viagem. Tá na Netflix.
quinta-feira, 19 de agosto de 2021
Palavras que borbulham como refrigerante (Cider no yô ni kotoba ga wakiagaru, 2020)
A trama fala sobre um rapaz que gosta de fazer "haikais", aquela poesia japonesa composta por três linhas de 5, 7 e 5 sílabas. Como estamos no século XXI, ele publica seus poemas online, embora tenha poucos seguidores. Acompanhamos também uma garota chamada "Smile", que é uma "influencer" com milhares de seguidores. Apesar da fama, ela tem vergonha dos dentes da frente (estilo Mônica) e está sempre usando máscaras (e não é por causa de covid). O garoto e a garota, claro, acabam se conhecendo e se aproximando, embora daquele modo bem japonês (respeitoso e distante). Parece que você vai ver só um romancezinho adolescente mas, devagarinho, o roteiro se torna poético.
O rapaz trabalha em uma casa para idosos (dentro do shopping, veja você) e há um senhor que procura por um disco (um LP) antigo, porque ele "não quer se esquecer do passado". O anime moderno se torna uma busca pelo passado (e pelas tradições do passado). Os adolescentes se unem para procurar pelo disco perdido do velho. O shopping se prepara comemorar o aniversário com um tradicional festival japonês. O possível romance entre o garoto tímido e a garota popular está ameaçado por um segredo dele. Sim, é meio "novelinha", mas bem "kawaii". Tá na Netflix.
terça-feira, 17 de agosto de 2021
Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica (Onward, 2020)
A trama se passa em um mundo de fantasia em que a mágica se perdeu por causa das facilidades do mundo moderno, como lâmpadas elétricas, carros e outras comodidades. Ainda há elfos, centauros, dragões e coisas do tipo, mas estão todos "civilizados". O roteiro segue a vida de dois irmãos, Ian (voz de Tom Holland) e Barley (Chris Pratt); Ian, o mais novo, é tímido e inseguro. Barley, o mais velho, é confiante, falastrão e acredita piamente em magia e no poder dos velhos tempos. Os dois descobrem que o pai (que morreu quando Ian era bebê) deixou para eles um cajado mágico e um encantamento que permitiria que ele voltasse à vida por 24 horas. Só que a magia dá errado e apenas metade do pai (basicamente só as pernas) volta do além. Cabe aos irmãos partir em uma jornada atrás de uma pedra mágica que traria o pai, inteiro, de volta.
Como disse, o filme fica melhor conforme avança. A aventura dos irmãos é divertida e o filme, como todo produto Pixar, é tecnicamente muito bem feito. O bom trabalho de voz de Tom Holland e Chris Pratt é acompanhado por Julia Louis-Dreyfuss e Octavia Spencer, entre outros. Talvez não vire um clássico, mas é uma boa aventura. Disponível na Disney+.
segunda-feira, 12 de julho de 2021
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (The Mitchells vs the Machines, 2021)
A família Mitchell é a típica família "esquisita". O pai, Rick, é avesso à tecnologia; a mãe, Linda, é super protetora; Katie é uma adolescente que sonha em fazer cinema na Califórnia (por "cinema" entenda-se vídeos agitados feitos para a geração tik tok); Aaron, o caçula, é infantil e adora dinossauros. Katie é aceita em uma faculdade no Oeste e a família decide ir de carro até lá. O problema é que, no caminho, uma inteligência artificial chamada PAL, presente em todos os celulares, se revolta contra a humanidade.
O roteiro tem bons momentos e os personagens são simpáticos. O problema é que tudo é super exagerado. De dez em dez segundos a tela é invadida por "efeitos", memes ou vídeos da internet. Os dramas familiares são clichês e se repetem constantemente. E há algo de hipócrita em uma animação de uma plataforma digital "criticar" as redes sociais e o excesso de tecnologia. A computação gráfica é misturada com traços que lembram os feitos à mão, o que resulta em uma imagem interessante. Quanto ao roteiro, não é feito para a geração "cringe". Tá na Netflix.
segunda-feira, 28 de junho de 2021
Erased (Boku dake ga inai machi, 2016)
Quando a mãe de Satoru é brutalmente assassinada, o rapaz acaba sendo jogado 18 anos no passado, quando era um garoto na gelada província de Hokkaido, norte do Japão. Por que ele voltou tanto no tempo? O que ele pode fazer para impedir a morte da mãe, 18 anos no futuro? A trama, baseada em um mangá escrito por Kei Sanbe, envolve um serial killer, abuso infantil e outros assuntos pesados. O diretor trabalhou em outro anime pesado japonês, o ótimo "Death Note", e ele consegue aqui um equilíbrio delicado entre assuntos pesados e ótimas sequências de companheirismo, amizade e a relação entre pais e filhos. Satoru é um homem de 29 anos no corpo de um menino de 11 mas, depois de uns dias ele não consegue evitar agir e reagir como uma criança. Ainda assim, ele tenta de tudo para evitar o sequestro e assassinato de companheiros da escola, como a garota Kayo Hinazuki, que é constantemente agredida pela mãe. A trama então lida com aquele velho dilema das histórias que envolvem viagens no tempo: é possível mudar o futuro? Ou as coisas se repetem não importa o que você faça?
Há algumas idas e vindas entre presente e passado, mas certamente os melhores episódios são os que tratam da infância de Satoru. A animação é tecnicamente bem feita, com um bom jogo de luzes e sombras nos momentos de suspense. Dando uma lida pela internet soube que há também um filme e uma série com atores (disponível na Netflix) baseada no mesmo mangá, e que esta série animada teria modificado a trama original. Recomendo. Tá na Netflix.
domingo, 20 de junho de 2021
Luca (2021)
Luca (2021). Dir: Enrico Casarosa. Lançado diretamente na Disney+, esta animação da Pixar realmente está mais para um "filme de TV" do que para um lançamento de cinema. O nome "Pixar" traz um monte de expectativas, claro, então talvez "Luca" receba uma crítica menos favorável minha do que se fosse de qualquer outro estúdio. O visual, claro, é lindo. Passado na costa da Itália, a animação mostra um mundo ensolarado, de cores quentes, em que a gente pode imaginar as pessoas vivendo dentro de cada casinha daquela vila de pescadores. O mundo submarino também é bonito, embora a Pixar já o tenha explorado melhor em "Procurando Nemo" (2003).
"Luca" trata de criaturas que são "monstros do mar" quando estão embaixo d´água, mas que adquirem a forma humana quando estão em terra. O personagem título, Luca (voz de Jacob Tremblay) é um garoto que (como a Pequena Sereia) sonha em conhecer o mundo terrestre. Assim como Ariel, ele coleciona objetos que caíram dos barcos, como um relógio, um copo, etc. Um dia ele conhece outro garoto chamado Alberto (Jack Dylan Grazer) que também é um "mostro do mar" mas que gosta de viver na superfície, em uma pequena ilha. Os dois formam uma grande amizade e sonham em ter uma Vespa (a icônica scooter italiana) para conhecer o mundo. Eles então partem para um vila próxima (chamada Portorosso, no que me parece uma homenagem à animação de Hayao Miyazaki, "Porco Rosso").
É tudo bem leve e, no mau sentido, "para crianças", coisa que a Pixar não costuma fazer. O roteiro lança um bocado de ideias que são esquecidas ou deixadas de lado (por exemplo, Alberto diz que seu pai simplesmente o abandonou e foi embora; por que? Quem era ele?). Há uma garota, Giulia (Ema Berman), que quer vencer uma competição local de natação, bicicleta e comer macarrão (risos); ela faz amizade com Luca e Alberto e os recruta para a competição, mas o roteiro parece usá-la mais para criar intriga entre os garotos do que para ser uma personagem de verdade. Há um vilão chamado Ercole (Saverio Raimondo), que é o valentão da cidade... e só. Roteiros da Pixar costumam ser muito mais elaborados (às vezes, até demais), mas aqui temos apenas motivações genéricas dos garotos (serem "livres"), da menina ("vencer") e do vilão (ser um vilão). Há quem diga que a trama é, no fundo, uma alegoria LGBT, e você até pode ver o filme por esta ótica (embora a amizade entre os dois garotos seja bem platônica).
Resumindo, "Luca" é visualmente belo e é "bonitinho", para crianças. Poderia ter sido muito mais. Disponível na Disney+.
quarta-feira, 19 de maio de 2021
Love, Death & Robots - 2ª Temporada (2021)
Cada episódio tem uma técnica diferente de animação, seja 2D, computação gráfica e até um episódio com stop motion. Em alguns capítulos, como "Neve no deserto" e "Live Hutch", a imagem é tão realista que parece um filme com atores de verdade. "Drowned Giant" (Gigante Afogado), curta que finaliza a série, é ao mesmo tempo estranho e poético. O corpo de um gigante aparece, nu, em uma praia da Inglaterra (a cena lembra "Viagens de Gulliver"). O locutor conta a história como quem narra uma memória antiga, acontecida há muitos anos. O roteiro foi baseado em um conto de J.G. Ballard, escritor de ficção-científica que escreveu "Império do Sol" (que virou filme de Steven Spielberg).
A série foi criada por Tim Miller (de "Deadpool") e o diretor David Fincher é um dos produtores. Muito boa, pena que são poucos episódios. Tá na Netflix.
quinta-feira, 15 de abril de 2021
Padrinhos de Tóquio (Tokyo Godfathers, 2003)
Padrinhos de Tóquio (Tokyo Godfathers, 2003). Dir: Satoshi Kon. Já tinha começado a ver em cópia ruim há anos, achei agora na Netflix em belo HD e... que delícia de filme. Dirigido por Satoshi Kon, que lamentavelmente morreu aos 47 anos de câncer, "Padrinhos de Tóquio" conta a história de Kyoko, uma bebê que é encontrada no lixo por três moradores de rua na véspera de Natal.
Os três são Gin (Tôru Emori), um alcóolatra também viciado em jogo, Hana (Yoshiaki Umegaki) uma drag queen com sonhos de ser mãe e Miyuki (Aya Okamoto) uma garota que fugiu de casa. Gin e Miuyki querem levar a bebê para a polícia, mas Hana quer tomar conta dela, nem que seja por alguns dias. A animação não é nada infantil e mostra um lado pouco visto do Japão, com moradores de rua enfrentando a neve constante e morando em barracos em parques e praças geladas. Os três descobrem junto da bebê pistas sobre sua origem e decidem procurar pela mãe verdadeira.
O roteiro é baseado em um western de John Ford de 1948 chamado "O Céu Mandou Alguém". A animação têm cenas de drama misturadas a sequências muito engraçadas; há algo de "abençoado" na bebê (que, afinal, nasceu na véspera de Natal) e os três moradores de rua experimentam várias coincidências incríveis. O estilo da animação de Satoshi Kon é mais surreal do que os filmes de Hayao Miyazaki, e os personagens são mais bizarros. Tudo leva a uma grande cena de ação final. Imperdível. Tá na Netflix.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
A Tartaruga Vermelha (2016)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Moana (2016)
Curiosamente, o filme perde um pouco do encanto quando Moana deixa seu lar e encontra Maui em uma pequena ilha no meio do oceano. Na versão original em inglês (boa sorte em tentar encontrar uma sessão que não seja dublada) Maui é interpretado por Dwayne Johnson, o "The Rock", o que deve fazer muita diferença na forma como o personagem é visto. Maui é convencido e orgulhoso, o que é interessante por alguns minutos, mas depois se torna repetitivo. O que havia de épico na jornada de Moana no primeiro ato se dilui com a chegada de Maui e o filme perde bastante do seu ritmo. Maui e Moana passam o resto do filme discutindo constantemente ou trocando piadas em longas cenas que, repito, chegam a cansar, o que é uma pena. Apesar disso, "Moana" ainda é uma animação acima da média e um filme bastante bonito e divertido.















