Curioso este momento de transição pelo qual passamos. Os oito anos de governo Bush deixaram um gosto amargo na política internacional dos EUA, única potência do mundo e mais xenofóbico e assustador do que nunca. A chegada de Barack Obama à Casa Branca vem carregada de esperança para o futuro, mas ainda há muita desconfiança entre os países do mundo e o fantasma do 11 de setembro ainda permanece na memória recente das pessoas. Com Bush ou sem, o fato é que há uma enorme desigualdade social no Brasil e no mundo, o que força cada vez mais as pessoas a fugirem de seus países em busca de uma vida melhor em outro lugar. E Nova York ainda mantém o posto não oficial de capital do mundo, com a Estátua da Liberdade dando boas vindas aos imigrantes famintos, desde que eles consigam fugir da imigração americana. É neste cenário que se passa "O Visitante", produção sensível escrita e dirigida por Thomas McCarthy.domingo, 26 de abril de 2009
O visitante
Curioso este momento de transição pelo qual passamos. Os oito anos de governo Bush deixaram um gosto amargo na política internacional dos EUA, única potência do mundo e mais xenofóbico e assustador do que nunca. A chegada de Barack Obama à Casa Branca vem carregada de esperança para o futuro, mas ainda há muita desconfiança entre os países do mundo e o fantasma do 11 de setembro ainda permanece na memória recente das pessoas. Com Bush ou sem, o fato é que há uma enorme desigualdade social no Brasil e no mundo, o que força cada vez mais as pessoas a fugirem de seus países em busca de uma vida melhor em outro lugar. E Nova York ainda mantém o posto não oficial de capital do mundo, com a Estátua da Liberdade dando boas vindas aos imigrantes famintos, desde que eles consigam fugir da imigração americana. É neste cenário que se passa "O Visitante", produção sensível escrita e dirigida por Thomas McCarthy.sábado, 25 de abril de 2009
Escritores da Liberdade
“Escritores da Liberdade”, de 2007, foi escrito e dirigido por Richard Lagravenese. O filme é mais um exemplar de uma espécie de “gênero” do cinema, o “filme de professor”. São vários os exemplos de produções que seguem mais ou menos a mesma fórmula: um professor idealista e exemplar tem que enfrentar alunos indisciplinados, quase criminosos, em alguma escola decadente. Um dos primeiros e mais famosos do gênero é “Um Mestre com Carinho”, dirigido por James Clavell em 1967, em que Sidney Poitier interpreta um professor negro que consegue disciplinar uma turma baderneira de uma escola de Londres. Podemos citar também "Mentes Perigosas", com Michelle Pfeiffer; ou "O clube do Imperador", com Kevin Kline; "Mr. Holland", com Richard Dreyfuss; "Sociedade dos Poetas Mortos", com Robin Williams e assim por diante, todos seguindo variações da mesma fórmula.A dedicação da professora Gruwell a seus alunos é tamanha que ela acaba por negligenciar a vida familiar, o que acaba com seu casamento com um arquiteto fracassado. Ela enfrenta também problemas com a direção da escola, que vê os alunos como meros delinqüentes sem solução. Ao distribuir diários para seus alunos, a professora acaba mostrando que cada um deles tem uma história própria e um motivo para agir da maneira que age. Todo mundo, no fundo, precisa aprender a ser respeitado para poder respeitar o colega de classe, o vizinho ou aquele que, a princípio, parece tão diferente mas que, no fundo, é um ser humano como qualquer outro.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Iron Maiden: Vôo 666
O cinema, cheio de cabeludos, escutava às notas açucaradas de "Take my Breath Away" (do filme Top Gun), enquanto esperava pelos riffs pesados da banda inglesa Iron Maiden. Grande parte da platéia vestia camisetas pretas com o nome da banda, como se estivessem vestidos para um show. O fato da sessão ser à meia-noite só mostra a força que o Iron Maiden tem no Brasil.segunda-feira, 13 de abril de 2009
Presságio
"Presságio" começa como um bom filme de ficção-científica e mistério. Infelizmente, ele termina como uma mistura de terror, suspense, filme religioso, new age, catástrofe e quase todos os outros gêneros possíveis. Em 1959, uma escola resolve enterrar uma "cápsula do tempo" contendo desenhos feitos pelas crianças sobre o futuro. A cápsula seria desenterrada apenas 50 anos depois. Uma das alunas, ao invés de fazer um desenho, escreve uma série de números aparentemente desconexos, para espanto da professora. Cinquenta anos depois, a cápsula é desenterrada e a série de números vai parar nas mãos de um garoto chamado Caleb (Chandler Canterbury). O pai dele é um professor de astrofísica chamado John Koestler (Nicolas Cage) do famoso MIT (Massachussets Institute of Technology) que perdeu a esposa recentemente. Pai e filho vivem sozinhos em uma daquelas casas de cinema afastadas da cidade, isoladas e prontas para serem palco de fatos assustadores. A lista com os números cai nas mãos de John que, em uma noite passada em claro, descobre toda sorte de "coincidências" entre os números da lista e tragédias que ocorreram nos últimos cinquenta anos. Lá estão as datas, as coordenadas e o número de vítimas de fatos como o atentado terrorista ao World Trade Center ou o incêndio que vitimou a esposa de Koestler. Mais assutador ainda, a lista marca três datas que ainda não ocorreram. Será que John pode fazer alguma coisa para evitar as mortes que vão acontecer?domingo, 12 de abril de 2009
Valsa com Bashir
Como funciona nossa memória? Por que é que, às vezes, um cheiro pode nos trazer lembranças de um tempo indeterminado no passado? E será que as coisas das quais nos lembramos aconteceram realmente ou são parte de nossa imaginação? E será que realmente nos esquecemos de alguma coisa ou só achamos que sim?Cinturão Vermelho
Um filme sobre princípios. Há quanto tempo você não vê um desse tipo? Há quanto tempo, falando nisso, você não escuta falar em princípios fora da tela também? Cinturão Vermelho é dirigido por David Mamet, um dramaturgo que criou um estilo próprio de escrever e dirigir cinema (apesar do próprio, em uma das entrevistas vistas nos extras do DVD, dizer que não sabe o que é "estilo"). Mamet prega a simplicidade acima de tudo. Em um de seus livros, "On directing film", ele diz que a melhor resposta para a pergunta "onde vamos colocar a câmera?" é simplesmente "ali". A câmera deve ficar onde deve, simples assim. Quando um ator lhe pergunta como ele deve atuar uma cena em que deve atravessar um corredor e abrir uma porta, a resposta de Mamet é direta: "simplesmente ande pelo corredor e abra a porta". Não é necessário criar "significados" para cenas como esta, ou em nenhuma, na verdade, segundo o método de Mamet.nota: o trailer a seguir contém SPOILERS e revela muito do filme
sábado, 4 de abril de 2009
Monstros vs. Alienígenas
O filme se chama "Monstros vs. Alienigenas", então é de se supor que não deveria esperar nada, certo? É apenas um filme para crianças, sem nenhuma pretensão, então o melhor a fazer é apenas assistir, esquecer o cérebro do lado de fora e não pensar. Mas não é tão simples. "Monstros vs. Alienígenas" mostra o quão longe (e baixo) a animação da DreamWorks foi. Tendo Jeffrey Katzemberg (ex-Disney) no comando, o estúdio estreou na animação com um dos melhores filmes animados da história, "O Príncipe do Egito". Quando a Pixar surgiu e elevou o mundo da animação a um nível mais alto não só de tecnologia mas principalemente de roteiros, a DreamWorks se contentou em fazer versões mais baratas e paralelas dos sucessos da rival, mostrando-se inovadora apenas com os filmes da série Shrek.quinta-feira, 2 de abril de 2009
MAURICE JARRE (1924-2009)
Os três filmes de David Lean que deram a Maurice Jarre o Oscar de Melhor Trilha Sonora. Jarre musicou mais de 150 filmes, de épicos a filmes mais recentes como Sociedade dos Poetas Mortos e Ghost.
sábado, 28 de março de 2009
Watchmen
Sempre que se faz uma adaptação de um livro ou HQ para cinema há quem diga que o material original era melhor. Que a forma escrita tem mais possibilidades de descrever os estados de alma dos personagens ou clarificar partes da trama que a tela do cinema não consegue. Quando o material original é uma HQ, a transcrição fica teoricamente mais fácil, pois o suporte original já é visual, quase um storyboard pronto para ser filmado. Ainda assim, quando se trata de uma graphic novel extensa e profunda como "Watchmen" (escrita por Alan Moore e desenhada por David Gibbons) , a contraparte cinematográfica pode sair prejudicada. O debate tem sua razão de ser, embora não seja muito útil. Livro é livro e filme é filme. O melhor, talvez, seja se aproximar da forma cinematográfica sem ter conhecimento do material original. Foi meu caso em Watchmen. Sem ter lido os quadrinhos, pude ver o filme sem preconceitos e de um ponto de vista puramente cinematográfico. O resultado foi um filme extremamente bem feito, profundo e até perturbador. Uma história de super-heróis de adultos para adultos, com quase três horas de duração, o que pode explicar a recepção morna nas bilheterias. domingo, 22 de março de 2009
Madame Butterfly
Hoje pude conferir a exibição digital de Madame Butterfly no cinema. O evento é parte de uma nova tendência mundial, o uso das salas de cinema para exibir não apenas filmes "tradicionais", mas também shows musicais e óperas. Organizado no Brasil pela Moviemobz, uma série de óperas da Metropolitan Opera de Nora York será exibida em formato digital de alta definição. Nos Estados Unidos, estas projeções são transmitidas ao vivo e em alta definição de Nova Yorke para vários cinemas país afora. Em Campinas, os cines Topázio e Box Cinemas fazem parte do grupo que exibe as óperas do Metropolitan. Resta saber se a idéia vai vingar. Assisti à ópera no Box Cinemas, no Campinas Shopping, conhecido por ser um shopping "popular" e longe do centro da cidade. Um total de 17 pessoas (dos 120 lugares da sala) assistiu à projeção, na maioria pessoas da terceira idade, descendentes de japonês (sem dúvida pelo tema da ópera) ou então ligados ao mundo da música.veja Patricia Racette cantando uma ária de Madame Butterfly
Gran Torino
Walt Kowalski é o típico americano tradicional. Veterano de guerra, durão, racista e incompreendido pelos filhos, ele vive sozinho em uma casa de Detroit. A esposa morreu recentemente e ele passa o dia sentado na varanda, tomando cerveja, "conversando" com o cachorro e reclamando da decadência da vizinhança. Ex-funcionário da Ford, ele guarda na garagem uma relíquia, um carro Gran Torino, 1972, que ele mesmo montou nos seus dias de linha de montagem. Na casa vizinha mora uma família de asiáticos do povo Hmong (originalmente da região do Laos e Vietnam). Eles também são tradicionais à sua maneira, e o filho mais novo, Thao (Ben Vang), está tendo problemas com uma gangue. Eles querem que ele se "inicie" no grupo roubando o Gran Torino de Kowalski. Thao falha na tarefa e ainda é quase morto por Kowalski que, armado de um rifle, embosca o rapaz dentro da garagem. Para se redimir do crime de Thao, a família Hmong oferece seus serviços para Kowalski, e uma relação que mistura repulsa e amizade se inicia.O filme é dirigido e interpretado por Clint Eastwood, que já se tornou uma lenda viva. Há boatos de que este seja seu último filme como ator, o que seria uma pena. Clint faz de Kowalski uma caricatura de sua personagem cinematográfica mais conhecida, o policial durão "Dirty Harry". Mas Eastwood é muito mais esperto e "antenado"; os tempos mudaram, acabou a era Bush e é hora de se abrir para o mundo e aceitar suas diferenças. O modo como o velho Kowalski se aproxima lentamente da família de asiáticos é engraçado e tocante. Também é interessante o "assédio" que ele recebe do jovem padre da paróquia local, que havia prometido à esposa de Kowalski que o faria se confessar. Kowalski chama o rapaz de "um virgem de 27 anos educado demais e que não entende nada da vida e da morte". Veterano da Guerra da Coréia, Kowalski viu a morte de frente tanto nos companheiros que perdeu quanto nos jovens que teve que matar. "O pior não é o que você foi obrigado a fazer", diz ele ao padre, "mas o que você fez mesmo não sendo obrigado".
Trabalhando com atores em sua maioria amadores, Eastwood faz um filme de baixo orçamento e que se passa quase todo em apenas algumas ruas. Quase todos os americanos se mudaram da vizinhança de Kowalski e a região está tomada por imigrantes asiáticos ou comunidades negras. Ele salva a irmã de Thao, Sue (Ahney Her, muito bem no filme), de um grupo que quer atacá-la, em uma cena em que Eastwood, novamente, parodia "Dirty Harry", usando a mão como quem carrega uma Magnum 44. O filme se equilibra entre a comédia leve e o drama sério. Mais para o final as coisas vão ficando mais pesadas e o filme corre o risco de desabar, mas Eastwood leva o roteiro com firmeza até um final que, se não é muito verossímil, ao menos faz justiça ao personagem.
Trailer (atenção, o trailer revela muitas cenas do filme)
domingo, 8 de março de 2009
Quem quer ser um milionário?
O filme é sem dúvida um fenômeno. Feito na Índia, com dinheiro inglês e indiano, sem nenhum astro internacional e contando uma história simples e previsível, "Quem quer ser um Milionário?" venceu praticamente todos os prêmios de cinema a que concorreu. No último dia 22 de fevereiro, levou para casa oito Oscars, inclusive os de Melhor Filme, Diretor e Roteiro Adaptado. É a consagração, no Ocidente, do cinema indiano, também chamado de "Bollywood", de onde sai a maior produção mundial de filmes. Para os brasileiros, o filme tem uma curiosidade: seu estilo de fotografia e edição é praticamente uma cópia do consagrado "Cidade de Deus", de Fernando Meirelles. Há até uma cena de perseguição por entre as ruelas de uma favela em Mumbai que conta com a "marca registrada" de Cidade de Deus, uma galinha correndo. Muldialmente aceito pelo público e mesmo por grande parte da crítica, o filme é acusado por alguns de ser uma exploração da pobreza da Índia, um filme feito "para inglês ver", espetacularizando a miséria do país.quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Man on wire
No final dos anos 60, um jovem francês chamado Philippe Petit estava na recepção do dentista, quando viu o desenho de duas torres no jornal: era a concepção artística do que viriam a ser as Torres Gêmeas do World Trade Center. Um idéia "maluca" surgiu na cabeça do francês, que desenhou uma linha entre as torres. Seis anos depois, ele atravessaria o vão de 450 metros de altura entre as torres a pé, equilibrando-se sobre um cabo de aço. Preso pela polícia de Nova York, ele foi levado para uma avaliação psiquiátrica e questionado sobre porquê ele havia feito aquilo. Em seu boletim de ocorrência, havia simplesmente as palavras: MAN ON WIRE. Esta é a extraordinária história do documentário de James March, vencedor do Oscar de Melhor Documentário de Longa Metragem no último domingo.segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Milk - A Voz da Igualdade
Indicado ao Oscar de Melhor Filme e vencedor de Melhor Ator (uma surpresa, o favorito era Mickey Rourke por "O Lutador")) para Sean Penn, "Milk" é uma biografia bem feita dirigida por Gus Van Sant. Harvey Milk se mudou com o namorado para São Francisco no início dos anos 70. A cidade era mais acolhedora aos homossexuais, particularmente em um bairro chamado Castro, para onde chegavam gays de todo o país. Milk abriu uma loja de fotografia na Rua Castro e, aos poucos, foi crescendo politicamente. Gays andavam pelo bairro de forma mais livre que no resto do país, embora ainda fossem vítimas de violência por parte da polícia. Harvey Milk se candidatou por anos seguidos ao conselho da cidade, mas só conseguiu ser eleito quando as leis de voto distrital foram aprovadas. Em seu breve mandato conseguiu aprovar uma lei que impedia que homossexuais fossem demitidos sem justa causa de seus empregos e lutou bravamente contra uma cantora chamada Anita Bryant, que usava a fama para fazer discursos anti-homossexuais. Com a ajuda de um Senador, Bryant tentou aprovar uma lei chamada Proposição 6, que propunha que todos os professores homossexuais, e pessoas ligadas a eles, fossem demitidos. A tese do senador era que já que homossexuais não podem reproduzir eles usariam da posição de professor para "recrutar" novos gays. Não é preciso ser pró ou anti gay para perceber que não havia muita lógica por trás da idéia.
O filme usa muitas imagens de arquivo para recriar a São Francisco dos anos 70 e é bastante genuíno. Gus Van Sant, que é gay assumido, está à vontade com o material e faz o filme de forma sincera, sem endeusar Milk ou demonizar seus adversários. O elenco, encabeçado por um Sean Penn extraordinário, conta com Emile Hirsch, Diego Luna, James Franco e Josh Brolin, também indicado ao Oscar. Ele interpreta o personagem mais enigmático do filme, o conselheiro de São Francisco, Dan White. A relação entre Milk e White é complicada. Milk é convidado para o batismo do filho de White, uma cerimônia católica, e é o único conselheiro a aparecer. Os colegas de Milk pedem para que ele tenha cuidado com White, mas Milk acha que ele pode ser um gay enrustido e estar do lado deles. A História provou que não foi bem assim. O verdadeiro Dan White acabaria assassinando tanto Milk como o prefeito de São Francisco.
Minha única reclamação com a parte técnica é o formato em que o filme foi feito. "Milk" é extremamente televisivo, com a imagem "quadrada" ao invés do widescreen da tela do cinema (ou ao menos foi assim na sala em que assisti). No resto é uma boa produção, com música de Danny Elfman e fotografia de Harry Savides.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
O vencedores do Oscar, ao vivo
Hugh Jackman é o apresentador da noite. Ele acabou de fazer uma apresentação musical que lembrou os tempos de Billy Crystal, com referências aos filmes indicados.
Vou atualizando o blog conforme os prêmios forem sendo apresentados.
Melhor Atriz Coadjuvante:
Penelope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona
Melhor Roteiro Original:
Dustin Lance Black, Milk - A Voz da Igualdade
Melhor Roteiro Adaptado:
Simon Beaufoy, Quem quer ser um milionário?
Melhor Animação:
Wall-E, Andrew Stanton, PIXAR
Melhor Curta de Animação:
La Maison en Petits Cubes, de Kunio Kato
Melhor Direção de Arte:
O Curioso Caso de Benjamim Button
Melhor Figurino:
A Duquesa
Melhor Maquiagem:
O Curioso Caso de Benjamim Button
Melhor Direção de Fotografia:
Anthony Dod Mantle, por Quem quer ser um milionário?
Melhor Curta Metragem:
Spielzeugland (Toyland), de Jochen Freydank
Melhor Ator Coadjuvante:
Heath Ledger, por Batman, O Cavaleiro das Trevas
Melhor Documentário de Longa Metragem:
Man on Wire, de James March e Simon Chinn
Melhor Documentário de Curta Metragem:
Smile Pinki, de Megan Mylan
Melhores Efeitos Especiais:
O Curioso Caso de Benjamim Button
Melhor Edição de Som:
Batman, O Cavaleiro das Trevas
Melhor Mixagem de Som:
Quem quer ser um milionário?
Melhor Edição (Montagem)
Chris Dickens, Quem quer ser um milionário?
Prêmio Humanitário Especial:
Jerry Lewis
Melhor Trilha Sonora:
A.R. Rahman, Quem quer ser um milionário?
Melhor Canção Original:
Quem quer ser um milionário?
Melhor Filme Estrangeiro:
Departures, de Yojiro Takita (Japão)
Melhor Diretor:
Danny Boyle, por Quem quer ser um milionário
Melhor Atriz
Kate Winslet, por O Leitor
Melhor Ator
Sean Penn, por Milk - A voz da igualdade
Melhor Filme:
Quem quer ser um milionário?
